Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim

15 de jan. de 2010

A parábola dos talentos

Pois será como um homem que, ausentando-se do país,
chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro,
um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e,
então, partiu.
O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a
negociar com eles e ganhou outros cinco.
Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros
dois.
Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e
escondeu o dinheiro do seu senhor.
Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles
servos e ajustou contas com eles.
Então, aproximando-se o que recebera cinco
talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor,
confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros
cinco talentos que ganhei.
Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel;
foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei;
entra no gozo do teu senhor.
E,
aproximando-se também o que recebera dois talentos,
disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui
tens outros dois que ganhei.
Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel;
foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei;
entra no gozo do teu senhor.
Chegando, por fim,
o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo
que és homem severo, que seifas onde não semeaste
e ajuntas onde não espalahaste, receoso, escondi
na terra o teu talento;
aqui tens o que é teu.
Respondeu-lhe, porém, o senhor:
Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não
semeei e ajunto onde não espalhei?
Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro
aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com
juros o que é meu.
Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.
Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em
abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe
será tirado.
E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas.
Ali haverá choro e ranger de dentes.

Mt 25.13-30